sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
10 Dia
Em Brasília! - Hoje Jaraguá estava muito chuvosa, acordei cansado, parece que eu só trisquei na cama e já era hora de levantar, beleza fui trabalhar, pela manha saí da agência e entreguei um pacote de cartas, peguei chuva, ai decidi retornar, passei o restante do dia dando baixa em algumas correspondências, durante a percorrida da manhã passei por uma casa e perguntei a senhora que ali morava onde era o número 117, falei o nome da pessoa que estava escrito na correspondência, ela me respondeu:"ah! Deve ser lá pra cima", quando eu olhei na casa em frente, bem na casa em frente a desta senhora, lá estava o número 117, por favor, né? Eu pensei:" PQP, neguim aqui não sabe nenhum endereço, capaz que até eu que não sou de lá saiba mais que eles", é o negócio lá é bruto... parei na mercearia do Sr. Paulo e fiquei conversando com ele e outro senhor lá enquanto aguardava a chuva diminuir, depois que a chuva passou voltei pra agência e o resto já falei lá em cima... Após o expediente peguei minha mochila, que eu havia arrumado ontem a noite com umas roupas sujas, e fui pra rodoviária pegar o ônibus pra Brasília... lá na rodô comi um "morte lenta", aqueles salgados que vão matado aos poucos, de R$ 2,50, caracas caro demais pra um salgado desta categoria... Fui comprar a passagem, detalhe a passagem só pode ser tirada na hora porque o ônibus vem de outras cidades e tem que ver se tem vaga nele pra eu ir, se não eu fico... To enrrolado no natal e ano novo porque parece que ele já sai lotado da outra cidade, mas de boa isso a gente dá um jeito, mas no cara que trabalha lá na rodoviária, acho que não dá jeito não, ô carinha sem educação, fui perguntar umas coisas pra ele, ai o cara fez aquela cara de bosta, de quem não gosta de trabalhar e me respondeu com pouco caso, é mole? Tá, peguei o baú e vim pra Brasília, durante o percurso o ônibus balançava mais do que bêbado, chacoalhava muito! Comecei a ficar enjoado, ai era um tal de menino ficar correndo lá dentro, neném chorar, cara ouvindo rap dos piores, e aquilo foi piorando minha situação, tive que dormir, coisa que é muito difícil de eu conseguir hauhauahua, beleza só trisquei e apaguei, quado eu acordei a sensação voltou e uma mulher sentou atrás de mim com a filha dela e elas não paravam de falar, e a menina jogava um joguinho no celular que eu vou falar pra vocês... fazendo aquele barulhinho mais chato na maior altura, falaram até da Xuxa, nuss só não vomitei porque chegou em Brasília, levantei do meu lugar e corri pra porta, quase derrubei uma velhinha...coitada, mas precisava descer sair daquele ambiente... encontrei meus pais e vim pra casa... tomei um banho e to aqui escrevendo... Agora to indo, amanhã escrevo mais sobre meu fim de semana em Brasília... Vou ver se consigo visitar bastante gente... Queria deixar um comentário extra aqui: "Pessoal quando receberem aquelas correspondências que geralmente vocês nem olham e jogam fora, por favor não as joguem fora ou rasguem na minha frente, ok? É triste saber que o carteiro pedalou, pedalou, andou e andou, casa por casa entregando essas correspondências, pra vocês simplesmente nem olharem pra elas e jogarem fora, o cara anda no sol, na chuva, fica com o corpo doendo, entra em apuros, pra acontecer isso... e outra, eu não sabia o quanto é importante, o quanto é satisfatório para o carteiro ver aquela plaquinha maravilhosa com o endereço certinho da sua residência, onde ele consegue entregar todas as suas correspondências sem dúvidas, ou preocupações de errar a casa... porque quando não tem o cara pena... putz... só sentindo na pele pra saber o que o carteiro passa, parabéns a todos os carteiros do Brasil! Vocês tem a manha! Beijos galera, See you tomorrow!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Auhauahua... Esse dudu é figura demais... Aguardo novas publicações... Abraços.
ResponderExcluirsaudade meu amor.
ResponderExcluirbjs ate mais tarde.